Presidente da República e Governo acompanham situação na Venezuela

O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos, após explosões na capital durante a noite, e o presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.
O Governo venezuelano denunciou uma agressão militar dos EUA.
EPA
Lusa 03 de Janeiro de 2026 às 09:41

O Presidente da República está a acompanhar a situação na Venezuela, em articulação com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, após explosões em Caracas, que denunciou uma agressão dos Estados Unidos da América.

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, "está a acompanhar a situação na Venezuela em articulação com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros", Paulo Rangel, lê-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

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O Governo da Venezuela denunciou este sábado uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos da América, após explosões na capital durante a noite, e o Presidente Nicolás Maduro decretou estado de exceção.

Fonte do Governo PSD/CDS-PP disse à Lusa que as autoridades portuguesas estão "a acompanhar a situação na Venezuela ao minuto", em contacto com a embaixada em Caracas e com vários governos europeus.

A Venezuela tem uma relevante comunidade emigrante portuguesa.

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Num comunicado, o Governo venezuelano diz que "a Venezuela rejeita, repudia e denuncia" uma "gravíssima agressão militar" perpetrada pelos Estados Unidos da América "contra o território e a população venezuelanos, em localidades civis e militares de Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, nos arredores de Caracas".

O presidente Nicolás Maduro decretou o estado de exceção e apelou a "todas as forças sociais e políticas do país para ativarem os planos de mobilização".

No mesmo comunicado, "convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem planos de mobilização e a repudiarem este ataque imperialista", apelando aos seus apoiantes para irem para as ruas: "Povo às ruas!".

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Caracas anunciou também que irá denunciar nas Nações Unidas a "gravíssima agressão militar" norte-americana no país.

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