Explosão mata cinco na principal empresa sul-coreana de defesa suspende produção
A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, esta quinta e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.
"A segurança está em primeiro lugar, antes da produção", explicou a subsidiária do gigante Grupo Hanwha, em comunicado, anunciando a paragem das nove fábricas da empresa em todo o país, "exceto para alguns processos essenciais".
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Esta é a primeira suspensão geral das operações desde a fundação da gigante sul-coreana de defesa, embora já tenha relatado outras duas explosões fatais nas instalações na cidade sul-coreana de Daejeon em 2018 e 2019, de acordo com o jornal local The Korea Herald.
A paragem visa esclarecer as causas da explosão ocorrida na segunda-feira na fábrica de Daejeon, onde cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas durante operações de desativação de explosivos.
A partir desta quinta-feira hoje, a empresa vai realizar uma "inspeção especial" de segurança em todas as suas instalações no país, com especial atenção para a fábrica afetada e para as unidades em Boeun (nordeste) e Yeosu (sul), onde são manuseados explosivos.
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"O objetivo é reduzir os acidentes a zero nestas três fábricas", afirmou a empresa, que anunciou também um programa de formação para os colaboradores sobre cenários de acidentes semelhantes, bem como a reestruturação dos planos de resposta a emergências.
Após o anúncio, as ações da empresa de defesa estavam a cair 2,62% na Bolsa de Seul às 11:20 (03:20 em Lisboa), uma queda superior à registada pelo principal índice da bolsa sul-coreana, o Kospi, que caía 2,1%.
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