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EUA perseguem e controlam petroleiro de bandeira russa no Atlântico

Navio, com o nome "Marinera", tornou-se num ponto de tensão entre os EUA e a Rússia. Petroleiro navegava em águas entre a Islândia e a Escócia.

O Marinera tornou-se num ponto de tensão entre os EUA e a Rússia
O Marinera tornou-se num ponto de tensão entre os EUA e a Rússia DR
07 de Janeiro de 2026 às 13:47

As forças militares dos EUA perseguiram um petroleiro ligado à Venezuela, mas que tem bandeira russa, no oceano Atlântico. Segundo a Bloomberg, a operação, que tinha como objetivo final a apreensão do navio, decorreu nesta quarta-feira, com a NBC a avançar que o petroleiro já está nas mãos dos operacionais americanos.

O petroleiro em causa, com o nome "Marinera", tornou-se num ponto de tensão entre os EUA e a Rússia, após o ataque americano contra a Venezuela no fim de semana passado.

Este petroleiro, que originalmente se chamava "Bella 1", foi alvo do bloqueio americano às embarcações de transporte de crude venezuelanas. Impedido de atracar para abastecimento, os membros da tripulação furaram o bloqueio da guarda costeira norte-americana, tendo-se seguido uma perseguição ao mesmo nos últimos dias pelas águas do Caribe e mais tarde do Atlântico.

Nesta quarta-feira, o navio foi intercetado pelas forças americanas em águas localizadas entre a Islândia e a Escócia, e terá envolvido aeronaves de vigilância tanto americanas como britânicas, segundo a agência de notícias financeiras.

O Departamento de Defesa dos EUA ainda não comentou as informações. Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que o Reino Unido "não comenta atividades operacionais com outros países".

O Marinera faz, alegadamente, parte da frota de navios-fantasma para movimentar petróleo russo. O jornal Wall Street Journal noticiou nesta quarta-feira que a . Moscovo terá ainda pedido a Washington o fim da perseguição àquele navio, segundo três fontes norte-americanas citadas pelo WSJ.

(Notícia atualizada às 13:56 horas com mais informação)

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