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NATO preocupada com aumento de tensão entre Moscovo e Kiev

"É evidente que "a actividade militar recente da Rússia na Crimeia não ajuda a apaziguar as tensões", pelo que exortou Moscovo a trabalhar "para a calma e a redução da tensão", refere um responsável da NATO.

Em primeiro lugar surge o presidente russo Vladimir Putin, que “continua a provar que é um dos poucos homens no mundo poderoso o suficiente para fazer o que lhe apetece – e sair impune disso”, escreve a Forbes, fazendo referência ao conflito da Crimeia e aos ataques conduzidos contra o autoproclamado Estado Islâmico na Síria
Bloomberg
Lusa 11 de Agosto de 2016 às 18:04
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A NATO está a acompanhar "de perto e com preocupação" a nova escalada de tensão entre Rússia e Ucrânia, depois de os serviços secretos russos terem acusado Kiev de preparar "atentados" na Crimeia, indicou um responsável da organização.
 

A Ucrânia desmentiu tais acusações, que deram origem a trocas de palavras de agressividade rara entre os dois países, mais de dois anos após a anexação da península ucraniana da Crimeia pelos russos.

 

"Estamos a acompanhar de perto e com preocupação" a situação, disse à agência de notícias francesa, AFP, um responsável da NATO, expressando confiança em Kiev, segundo ele, determinada em "restaurar a sua integridade territorial por meios exclusivamente políticos e diplomáticos".

 

"Tranquiliza-nos a condenação convicta pela Ucrânia do terrorismo sob todas as suas formas", prosseguiu o responsável que solicitou o anonimato, considerando que "a Rússia não forneceu qualquer prova tangível para as acusações que fez à Ucrânia".

 

Segundo a mesma fonte, é evidente que "a actividade militar recente da Rússia na Crimeia não ajuda a apaziguar as tensões", pelo que exortou Moscovo a trabalhar "para a calma e a redução da tensão".

 

A Aliança Atlântica está também "profundamente preocupada com a recente escalada da violência no leste da Ucrânia e o aumento das violações do cessar-fogo", "principalmente" pelos separatistas apoiados pela Rússia, disse o responsável, instando as duas partes a regressarem à mesa das negociações.

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