Italiano Enria será o próximo supervisor dos bancos europeus
O italiano Andrea Enria será o próximo responsável pelo Mecanismo Único de Supervisão do Banco Central Europeu (BCE), uma informação que foi avançada pela Bloomberg e pela Reuters, e que entretanto foi confirmada pelo BCE, através de um comunicado.
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O responsável é actualmente o líder da Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) e vai substituir Daniele Nouy, cujo mandato termina em Janeiro de 2019.
O Mecanismo Único de Supervisão tem a seu cargo a vigilância das instituições financeiras da Zona Euro, 118 das quais - com activos avaliados em 21 biliões de euros - estão sob o olhar directo do BCE.
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O nome de Enria foi escolhido após uma reunião, onde a votação foi feita de forma secreta. A sua nomeação terá agora de ser aprovada pelos deputados europeus. Enria estava à frente da EBA há quase oito anos.
"Se aprovado pelo Parlamento e confirmado pelo Conselho da União Europeia, Enria vai suceder a Danièle Nouy como presidente do supervisor no dia 1 de Janeiro de 2019. O presidente é nomeado para um mandato, não renovável, de cinco anos", esclarece o BCE no comunicado.
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Havia dois candidatos ao lugar: Andrea Enria e Sharon Donnery, a presidente do Banco Central da Irlanda. A responsável irlandesa era, até há pouco tempo, considerada como a favorita, uma vez que o BCE já é liderado por um italiano, realça a Reuters. Contudo, o facto de a nomeação ser sido feita através de voto secreto acabou por ditar a nomeação de Enria. Entre os fortes candidatos ao lugar chegou a constar a portuguesa Elisa Ferreira, vice-governadora do Banco de Portugal, que decidiu não avançar. Depois de ponderar sobre a candidatura à presidência do Mecanismo Único de Supervisão do BCE, Elisa Ferreira decidiu não avançar, apesar de ter tido várias manifestações de apoio. O prazo para a apresentação de candidaturas terminou na passada sexta-feira, sendo que o BCE não divulgou os nomes daqueles que formalizaram o seu interesse na corrida à liderança da supervisão da autoridade monetária. Elisa Ferreira vai, contudo, trabalhar com Enria, uma vez que é a responsável no Banco de Portugal por esta áera e é a sua representante no supervisor do BCE.
Entre os fortes candidatos ao lugar chegou a constar a portuguesa Elisa Ferreira, vice-governadora do Banco de Portugal, que decidiu não avançar. Depois de ponderar sobre a candidatura à presidência do Mecanismo Único de Supervisão do BCE, Elisa Ferreira decidiu não avançar, apesar de ter tido várias manifestações de apoio. O prazo para a apresentação de candidaturas terminou na passada sexta-feira, sendo que o BCE não divulgou os nomes daqueles que formalizaram o seu interesse na corrida à liderança da supervisão da autoridade monetária.
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