Governo português lamenta morte de Fidel Castro e salienta figura que marcou século

O Governo português lamentou este sábado a morte do antigo presidente cubano Fidel Castro sublinhando que é uma figura que "marcou o século XX" e "a história avaliará" o seu papel.
Augusto Santos Silva
Miguel Baltazar
Lusa 26 de Novembro de 2016 às 11:07

"O Governo português apresenta as condolências ao presidente Raul Castro, irmão de Fidel Castro, à família e a todo o povo cubano", disse à agência Lusa o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

O histórico líder cubano, Fidel Castro, morreu na noite de sexta-feira, 25 de Novembro, aos 90 anos, às 22:29 locais (03:29 de sábado em Portugal continental) e já foram várias as reações e condolências apresentadas por diversos líderes políticos mundiais.

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"É uma personalidade histórica de Cuba cuja morte devemos lamentar", considerou o ministro.

Santos Silva referiu que "a história avaliará os méritos e os deméritos do papel de Fidel Castro e da natureza do regime".

Questionado se prevê alguma abertura do regime cubano no futuro, o chefe da diplomacia portuguesa disse não prever "nenhuma evolução súbita da situação em Cuba", mas referiu esperar que Raul Castro "continue este caminho de abertura e de diálogo que possa levar a que, tão cedo quanto possível, seja levantado o bloqueio norte-americano a Cuba".

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