Passos diz que não é "candidato a coisíssima nenhuma" e recomenda a Montenegro que se "concentre"

Continua a troca de palavras entre o antigo líder do PSD e o atual líder do Executivo.
Pedro Passos Coelho, antigo primeiro-ministro de Portugal
José Coelho / Lusa - EPA
Negócios com Lusa 06 de Março de 2026 às 14:48

O antigo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse nesta sexta-feira que não é "candidato a coisíssima nenhuma" e que se vier a ser apenas o fará "por um imperativo de consciência".

Pedro Passos Coelho recomendou esta sexta-feira ao atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, que se concentre naquilo para que foi eleito e se distraia pouco com o resto.

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"Eu recomendo a quem está no Governo, a começar no chefe do Governo, que se concentre nessa missão e que se distraia pouco com o resto", aconselhou o antigo chefe do Executivo à entrada para a 4ª edição da Cimeira da Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (AEFEP).

Numa curta declaração aos jornalistas, o social-democrata disse ainda esperar que o PSD "dê conta do recado e faça o que tem de fazer", frisando foi para isso que as pessoas votaram no partido.

"Este é o tempo, creio eu, do doutor Luís Montenegro se concentrar no exercício dessas funções e dessas responsabilidades", insistiu o ex-líder do PSD.

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Pedro Passos Coelho sublinhou que Luís Montenegro contraiu uma responsabilidade para com o país e que, nesse âmbito, as pessoas aguardam uma mudança.

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