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DGS desvaloriza e não sabe explicar acréscimo de mortes

O número adicional de óbitos não pode ser explicado porque a DGS ainda não apurou as causas de morte. Ondas de calor explicam apenas picos de mortalidade, mas não a subida sustentada e constante.

A Direção-Geral de Saúde, chefiada por     Graça Freitas, é responsável pelo tratamento e codificação das causas de morte, um processo lento e complexo.
A Direção-Geral de Saúde, chefiada por Graça Freitas, é responsável pelo tratamento e codificação das causas de morte, um processo lento e complexo. António Cotrim/Lusa
Manuel Esteves mesteves@negocios.pt 09 de Setembro de 2020 às 21:56
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A Direção-Geral da Saúde (DGS) desvaloriza o acréscimo de mortes que se tem verificado em Portugal desde março e não dispõe ainda de informação “estabilizada” sobre as causas que estão por trás do fenómeno. A DGS, tal como outros especialistas ouvidos pelo Negócios, refere que as temperaturas elevadas estão por trás dos picos de mortalidade localizados em certos períodos

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