Atribuição de pensões conjuntas da Segurança Social e CGA vai ser mais rápida até junho
A atribuição das pensões com base nos descontos feitos para a Segurança Social e para a Caixa Geral de Aposentações (CGA) está a demorar, em média, sete meses, mas a expectativa é de que esse tempo encolha para "menos de metade". Quem o diz é o presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, Luís Farrajota, numa entrevista ao Eco publicada esta quinta-feira.
"Até o final do primeiro semestre, vamos passar de tempos médios de deferimento de pensões unificadas de 6 a 7 meses para menos de metade. Isso é um passo grande", refere Luís Farrajota, explicando que o Instituto de Informática da Segurança Social está a trabalhar para "unificar" o sistema em que trabalham a Segurança Social, por um lado, e a CGA, por outro, o que vai permitir "criar automação" e ganhar velocidade na atribuição das pensões.
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Além disso, o Instituto de Informática da Segurança Social está a trabalhar também num novo modelo de atendimento que vai permitir às pessoas e às empresas resolver as suas questões pela via digital, por telefone ou por videochamada, além do balcão presencial. "O novo modelo de atendimento diz que tenho quatro ou cinco canais e consigo fazer o mesmo em todo e qualquer canal", diz. Com este novo modelo de atendimento, os tempos de resposta podem diminuir em 50% e os atendimentos presenciais em 20%.
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