Desde que saiu da Stellantis, Carlos Tavares tem-se disponibilizado para ajudar Portugal a deixar de ser o país do “quase”. Está fora da política, mas não da causa pública. E, agora, por indicação do PS, o independente vai integrar o organismo que fiscaliza os 5,8 mil milhões de euros dos empréstimos para a Defesa. Será um membro atento aos números, embora o cargo obrigue a olhar para um setor que abomina.
Primeiro o Porto, depois Lisboa. O fim de semana ficou marcado por manifestações pelo direito à habitação. André Ventura ouviu os pedidos de milhares de pessoas e, como que por magia, descobriu a solução. Prometeu cobrar aos ricos e dar descontos a quem não o é. Com que dinheiro? Se na baixa da idade da reforma “bastava” acabar com a corrupção, na habitação admite, pelo menos, que há custos. Há défice, pago por todos os contribuintes.
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