O Presidente da República fez o discurso adequado ao momento político que o país atravessa. Responsabilizou os partidos, particular os que apoiam o Governo e o PS, a olhar para o longo prazo através de entendimentos que culminem em políticas públicas respondam às necessidades das pessoas. Lembrou ainda a importância da confiança nas instituições e da ética para calar os extremos. Tocou nos pontos-chave.
Prolongou a sua manutenção à frente do governo espanhol o mais que conseguiu, mas chegou a um caminho sem saída após o chumbo pelo parlamento espanhol – incluindo de um dos aliados que o manteve no poder – do pacote de medidas para a habitação. Anunciou a dissolução das Cortes e eleições antecipadas, esperando tirar ganhos políticos do que aconteceu no parlamento. Mas as sondagens – e a rua – não lhe são favoráveis.
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