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Opinião por Diana Ramos
Informação sobre o colunista
Diana Ramos
Diretora

Jornalista há vinte anos, é diretora do Jornal de Negócios, desde março de 2021. Diana Ramos licenciou-se em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e fez uma pós-graduação em Gestão Bancária pelo Instituto Superior de Gestão Bancária (ISGB). Começou a carreira no Correio da Manhã e trabalhou nas secções de Política, Sociedade e Investigação, tendo em 2014 assumido a editoria de Política e Economia do CM e da CMTV. Na área da Economia, acompanhou especialmente a área da Banca. Antes disso, fez o estágio curricular no Brasil, no estado de Belém do Pará, onde trabalhou na Rádio e TV Cultura e durante o ensino superior foi diretora de informação da Rádio Universidade de Coimbra. 

Artigos de opinião deste autor

Arriscamo-nos a que o exemplo de tenacidade e resistência dados pelo povo ucraniano tenham, no final, uma amarga recompensa.

Um conflito sem solução?

Há um antes e um depois de 28 de janeiro, Montenegro sabe-o e será na capacidade que encontrar para reagir que se medirá a sua capacidade de resistência.

“Reset e restart”

O seguro morreu de velho e nada melhor do que preparar o próprio caminho para garantir um futuro de qualidade a todos quantos acreditam na democracia liberal.

Correr em pista própria

Desta vez não estamos a braços com credores internacionais... Ainda assim, os tempos de bonança podem ter os dias contados já que o bom momento económico que Portugal vivia será certamente condicionado pelo efeito devastador das tempestades.

Uma crise maior

O El País dava ontem conta de que o Banco Central Europeu (BCE) enviou uma proposta à Comissão Europeia onde sugeria a criação de eurobonds para relançar a economia europeia, num discurso que, aliás, vem ganhando peso entre os líderes europeus.

Uma discussão errada

Com uma votação tão expressiva, Seguro está obrigado a conciliar o país com os políticos e as instituições num contexto económico e internacional tendencialmente mais adverso.

Uma resposta inequívoca

Os efeitos da tempestade foram devastadores, a complexidade da reposição de serviços é tremenda, mas num país de faz de conta andamos há anos a fingir que não é necessário gastar dinheiro.

Um "país de faz de conta"

Dissipados os efeitos das medidas políticas introduzidas pelo Governo, o motor de crescimento da economia mudou no final do ano e está agora assente no exterior. Com todos os riscos que isso acarreta.

Acabou a festa?

É incompreensível que um mesmo Governo anuncie de forma tão benevolente apoios diretos à restauração, sem que haja um sinal de crise, e demore tanto tempo a reagir quando autarcas solicitam o estado de calamidade.

Preparar para o pior

O Estado, como um todo, continua a demitir-se do seu papel enquanto garante de políticas públicas capazes de equilibrar quando o mercado não dá resposta.

A demissão na habitação

Estamos perante um mundo do avesso quando uma polícia se transforma no agressor e a defesa da dignidade humana é feita a partir da solidariedade da comunidade.

Espetáculos de crueldade

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