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Opinião por Diana Ramos
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Diana Ramos
Diretora

Jornalista há vinte anos, é diretora do Jornal de Negócios, desde março de 2021. Diana Ramos licenciou-se em Jornalismo pela Universidade de Coimbra e fez uma pós-graduação em Gestão Bancária pelo Instituto Superior de Gestão Bancária (ISGB). Começou a carreira no Correio da Manhã e trabalhou nas secções de Política, Sociedade e Investigação, tendo em 2014 assumido a editoria de Política e Economia do CM e da CMTV. Na área da Economia, acompanhou especialmente a área da Banca. Antes disso, fez o estágio curricular no Brasil, no estado de Belém do Pará, onde trabalhou na Rádio e TV Cultura e durante o ensino superior foi diretora de informação da Rádio Universidade de Coimbra. 

Artigos de opinião deste autor

A proposta da OCDE soa a receita do passado, sem rasgo ou criatividade. No fundo, por mais bondosa que possa parecer a sugestão da medida, pouco ou nada acrescenta efetivamente.

Insistir em velhas receitas

No fundo, esta movimentação de Trump define de forma mais clara os três blocos de influência global - EUA, China e Rússia -, tornando mais visível a esfera de influência de cada uma destas potências.

Todos saem beneficiados

Nos EUA, haverá eleições intercalares que nos poderão dar algum alento caso os democratas consigam recuperar pelo menos uma das câmaras do Congresso de forma a contrariar o deslizamento do país para uma senda autoritária.

O papel sério

Caso queira aguentar face aos gigantes com que se debate, a Europa tem um desígnio: manter o bem-estar social que proporcionou ao seus habitantes. E só o conseguirá se reverter um conjunto de lógicas que a amarram.

Sinais pouco animadores

O boletim económico enfatiza duas coisas: que os funcionários do Banco de Portugal são técnicos qualificados e comprometidos com o que tornam público; e que Álvaro veio para mostrar serviço.

O teste de Álvaro

Quantos de nós já ouvimos personalidades ligadas ao setor da saúde a frisar que o problema do SNS não é dinheiro, mas sim ausência de gestão?

Não se controla a saúde?

O título deste artigo é provocatório e surge na sequência da leitura de um artigo no Politico sobre os novos pan-europeus que ainda acreditam numa UE capaz de se transformar num polo de poder que ombreie com os Estados Unidos e a China.

Estaremos obcecados?

Convém olhar de fora para a greve geral, retirando da sua análise os óculos enviesados que Governo e centrais sindicais insistem em colocar. Os portugueses merecem um pouco mais do que isso.

Um alerta social

Talvez seja tempo de a Europa se preocupar menos em dar respostas a Trump e valorizar mais o projeto que lhe deu origem e ainda hoje é o garante maior da democracia e da liberdade.

A Europa do lado de lá

Washington tenta misturar tudo e trazer para a negociação comercial o que considera ser "embirrações" tecnológicas da UE sobre os EUA.

Jogar com outras regras

Houve um caminho que se abriu a partir do 25 de Novembro de 1975 e que permitiu ao país, muito lentamente, inverter o ciclo de nacionalizações e modernizar a sua estrutura produtiva.

Um caminho que se abriu

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