Banca, Shell e aviação com resultados melhores do que o previsto
A sessão desta quinta-feira será marcada pela reacção dos mercados a vários resultados apresentados: da banca às companhias aéreas, passando por petrolíferas.
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BNP Paribas supera estimativas
O BNP Paribas revelou um resultado líquido de 1,65 mil milhões de euros nos primeiros três meses do ano, o que compara com os 1,4 mil milhões de euros registados em igual período do ano passado. Os resultados apresentados pelo banco francês superaram as estimativas dos analistas que apontavam para um lucro médio de 1,38 mil milhões. A Bloomberg realça que os resultados do BNP Paribas foram impulsionados pela unidade de banca de investimento. As acções estão a cair 2,09% para 56,15 euros.
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Banco Popular com lucros melhores do que o esperado
O Banco Popular fechou os primeiros três meses com um lucro de 91,4 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 6,1% face a igual período do ano passado. Os analistas consultados pela Bloomberg estava a apontar para um lucro médio de 77,3 milhões de euros. A contribuir para esta evolução esteve o aumento das receitas realizadas através dos activos sob gestão bem como a redução das provisões. Os títulos estão a subir 0,27% para 4,39 euros.
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RBS com prejuízos superiores ao esperado
Já o Royal Bank of Scotland (RBS) terminou o primeiro trimestre com um prejuízo de 446 milhões de libras (622 milhões de euros), o que compara com um lucro de 1,2 mil milhões de libras registado em igual período do ano passado. Os resultados apresentados pelo RBS foram piores do que o previsto, com os analistas consultados pela Bloomberg a apontarem para uma perda de 175,5 milhões. A justificar estes números estiveram custos associados a questões jurídicas e judiciais que totalizaram os 856 milhões de libras. As acções do RBS estão a recuar 2,43% para 341,0 pence.
Lucros do Nomura aumentam 34%
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O resultado líquido apresentado pelo Nomura aumentou 34% para 82 mil milhões de ienes (625 milhões de euros). Estes números superaram as previsões dos analistas que apontavam para o lucro médio de 58,6 mil milhões de ienes. As comissões de negociação e de gestão de activos justificam a melhoria. Os títulos terminaram o dia a cair 2,18% para 773,40 ienes.
Air France reduz prejuízos
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A companhia aérea Air France fechou o primeiro trimestre com um resultado operacional negativo de 417 milhões de euros, um número que ainda assim é melhor do que o verificado há um ano (-445 milhões), num período em que a factura com os combustíveis diminuiu. A empresa revelou que vai continuar as negociações com os trabalhadores com o objectivo de melhorar a produtividade. As acções da companhia aérea estão a perder 3,69% para 7,849 euros.
Airbus aumenta lucros após venda da Dassault
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Ainda no sector da aviação, a Airbus reportou um lucro de 792 milhões de euros, o que compara com os 439 milhões de euros registados em igual período de 2014, depois de ter vendido acções da Dassault Aviation. Os resultados antes de impostos, juros e itens extraordinários caíram de 700 milhões para 651 milhões de euros, o que ainda assim foi melhor do que o antecipado pelos analistas que apontavam para 602 milhões de euros. As acções estão a subir 1,02% para 61,20 euros.
Lucros da Shell afectados pela queda do petróleo
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Se as companhias aéreas beneficiaram da queda dos preços do petróleo, o menos não se pode dizer das petrolíferas. A Shell revelou uma queda de 56% dos lucros, excluindo itens extraordinários. O trimestre lucrou 3,2 mil milhões de euros, o que superou as expectativas dos analistas, que apontavam para um lucro de 2,5 mil milhões. Os títulos sobem em bolsa 1,19% para 28,90 euros.
Nokia regressa aos lucros
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A Nokia terminou o primeiro trimestre com um lucro de 177 milhões de euros, regressando assim aos lucros, depois de no período homólogo ter registado um prejuízo de 139 milhões de euros. As receitas cresceram 20% para 3,2 mil milhões de euros, tendo superado as previsões dos analistas que apontavam para uma média de 3 mil milhões. Contudo a margem operacional diminuiu de 9,3% para 3,2%. A reacção a esta evolução da margem está a ser expressiva com as acções a deslizarem 11,89% para 5,965 euros.
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