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O mundo está perigoso e a intervenção dos EUA e de Israel é mais um ataque direto ao nosso bolso. Depois de termos pago de forma muito cara a invasão russa da Ucrânia, preparamo-nos agora para sofrer mais um brutal impacto causado por uma guerra. O petróleo ainda é o motor que faz andar o mundo e o agravamento do seu preço provoca danos na inflação.

Guerra no Irão ataca o nosso bolso

Luís Montenegro surpreendeu com a escolha de Luís Neves para ministro da Administração Interna. Mas o primeiro-ministro apenas substituiu um governante por outro, não fez a remodelação necessária para tornar o executivo mais forte. Talvez seja por falta de opções e dos melhores quadros não estarem disponíveis para os constrangimentos pessoais que implica ir para um cargo governativo, mas o primeiro-ministro comete um erro ao insistir, sem substituições, numa equipa que não está a ganhar.

Governo precisa de remodelação

A resposta às tempestades mostra como o Estado falhou a acudir às populações atingidas. Mas neste País há uma área em que o poder político nunca falha, nas promessas e nos projetos em ‘PowerPoint’. Pedro Passos Coelho, antigo primeiro-ministro, pôs o dedo na ferida e até agora foi o político com as críticas mais contundentes ao Governo, particularmente na forma como não está a fazer uma verdadeira reforma do Estado.

Estado de ‘PowerPoints’

A ministra da Administração Interna bateu com a porta no meio da calamidade. Para já é Montenegro a exercer o cargo no meio da tempestade, mas o primeiro-ministro deveria aproveitar o momento para corrigir erros de 'casting' e ter um governo forte e competente para cumprir a legislatura.

A oportunidade de Montenegro mexer

A economia portuguesa cresce, mas pouco. Em 2025 terá ficado pelo ritmo de 1,9%, alimentado pelo consumo das famílias. Mas as receitas fiscais engordaram e permitem um excedente notável e a redução assinalável do peso da dívida pública. É um retrato agridoce, mas se não tivermos uma evolução do PIB mais robusta, teremos muitos amargos de boca.

Alerta no PIB, euforia no excedente

António José Seguro é o favorito na segunda volta das eleições presidenciais. É o que dizem as sondagens e se o voto fosse apenas o dos notáveis, a vitória do candidato socialista seria esmagadora. No entanto, há o risco de esta perceção prejudicar o candidato. Não há vencedores antecipados e a desmobilização dos eleitores que dão o resultado como garantido pode provocar surpresas.

O risco das vitórias antecipadas

A primeira volta das eleições presidenciais apurou para o duelo final os candidatos que contaram com o voto mais fiel do seu campo político. À esquerda houve voto útil em Seguro e à direita Ventura contou os eleitores que nas legislativas tinham optado pelo Chega. Para a maioria, na segunda volta serão os eleitores de direita, que votaram AD e Iniciativa Liberal, a escolher quem vai suceder a Marcelo e é provável que o escolhido seja o candidato do centro-esquerda.

Seguro de esquerda com voto à direita

Há cinco candidatos com hipótese de passar à segunda volta na corrida presidencial e um em cada cinco eleitores portugueses ainda não decidiu o sentido de voto. Com Ventura favorito na passagem, domingo à noite podemos saber quem será o favorito para suceder a Marcelo: será o rival do líder do Chega.

Incerteza até ao fim

Há sondagens para vários gostos, mas há um ponto de convergência: nenhum dos 5 principais candidatos à Presidência da República está afastado da corrida. Vai ser mais uma semana interessante de campanha e desta vez não há dúvidas, todos os votos contam.

A corrida a Belém mais atípica

São 5 candidatos com possibilidades de chegar ao duelo final na corrida a Belém, mas nenhum grande favorito. A passagem à segunda volta é que decidirá quem será o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Muitos eleitores têm mais certezas sobre contra quem vão votar do que o candidato que preferem. Um sinal dos tempos em que não há grandes protagonistas, porque os líderes com mais currículo preferiram ficar de fora.

5 candidatos sem estrela para Belém

Esta semana levantou-se uma grande polémica sobre as declarações do ministro da Educação sobre os estudantes pobres no ensino superior e a degradação das residências universitárias. Pode ter havido um deslize e a frase pode ter sido retirada do contexto, mas Fernando Alexandre tem razão: quando um serviço público é destinado apenas aos mais desfavorecidos, a tendência para a degradação desse serviço é maior, porque a experiência mostra que há mais risco de abandono e negligência por parte de quem é responsável ao mais alto nível. Os pobres não são os culpados, são as vítimas.

Pobres e ricos na universidade

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