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Há cinco candidatos com hipótese de passar à segunda volta na corrida presidencial e um em cada cinco eleitores portugueses ainda não decidiu o sentido de voto. Com Ventura favorito na passagem, domingo à noite podemos saber quem será o favorito para suceder a Marcelo: será o rival do líder do Chega.

Incerteza até ao fim

Há sondagens para vários gostos, mas há um ponto de convergência: nenhum dos 5 principais candidatos à Presidência da República está afastado da corrida. Vai ser mais uma semana interessante de campanha e desta vez não há dúvidas, todos os votos contam.

A corrida a Belém mais atípica

São 5 candidatos com possibilidades de chegar ao duelo final na corrida a Belém, mas nenhum grande favorito. A passagem à segunda volta é que decidirá quem será o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa. Muitos eleitores têm mais certezas sobre contra quem vão votar do que o candidato que preferem. Um sinal dos tempos em que não há grandes protagonistas, porque os líderes com mais currículo preferiram ficar de fora.

5 candidatos sem estrela para Belém

Esta semana levantou-se uma grande polémica sobre as declarações do ministro da Educação sobre os estudantes pobres no ensino superior e a degradação das residências universitárias. Pode ter havido um deslize e a frase pode ter sido retirada do contexto, mas Fernando Alexandre tem razão: quando um serviço público é destinado apenas aos mais desfavorecidos, a tendência para a degradação desse serviço é maior, porque a experiência mostra que há mais risco de abandono e negligência por parte de quem é responsável ao mais alto nível. Os pobres não são os culpados, são as vítimas.

Pobres e ricos na universidade

Mais importante do que Portugal ser campeão mundial de futebol sub-17 é o país surgir no topo da lista da “The Economist” como campeão do desempenho económico no corrente ano. É bom para o país, mas a análise que compara a economia portuguesa ao pastel de nata é muito superficial. Para lá do glamour do turismo e do consumo ajudado pelo crédito, há uma estrutura frágil. A realidade não é assim tão doce.

Não é tão doce como os pastéis de nata

A greve geral marcada para a próxima semana voltou a unir as duas centrais sindicais depois do choque da troika. É a resposta à intenção do Governo de avançar com uma revolução nas leis laborais, à revelia da negociação com as estruturas representativas dos trabalhadores. O Governo até pode contar com maioria política no parlamento para mudar estas leis, mas é um erro fazê-lo sem o acordo de pelo menos uma central sindical. Arrisca perder a paz social por um excesso de voluntarismo legislativo.

Revolução nas leis do trabalho

O "superjuiz" foi escolhido pelo Governo para ser o superpolícia no combate às fraudes na Saúde. É uma boa escolha que dá visibilidade à missão, mas o Serviço Nacional de Saúde, precisa acima de tudo de boa gestão. O combate ao crime é importante, mas o combate às ineficiências de desperdícios é mais decisivo e isso não será uma unidade de polícia que vai conseguir fazer. Um supergestor no SNS seria mais útil.

Há "superjuiz", mas faltam gestores na saúde

O ministro das Finanças insiste em manter um excedente nas contas do próximo ano, apesar de todas as pressões na despesa e mesmo apostando contra as previsões de prestigiadas instituições internacionais. Mas é fundamental que o país continua a ter contas equilibradas para evitar problemas no financiamento, ter acesso a juros mais baratos e evitar o regresso de antigos fantasmas. 

Adeus aos excedentes nas contas

A candidatura de Gouveia e Melo deixou de ser a grande favorita à vitória nas próximas eleições presidenciais. Agora é uma entre iguais e nem sequer tem garantido um lugar na segunda volta. Desde que começou a falar, o militar enredou-se em polémicas que o prejudicam. Calado era mais forte.

O naufrágio do almirante

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) está num Estado caótico e é cada vez mais caro. A degradação deste serviço fundamental tem de ser travada. Apesar de difícil, é possível salvar o SNS sem derrapar nas despesas, não é nenhuma ciência oculta, basta boa gestão, mas é preciso capacidade de liderança e vontade política.

Saúde sem gestão

O recorde de emprego e de contribuições enche os cofres da Segurança Social, o que facilita o uso e o abuso dos políticos com truques eleitorais à custa deste pecúlio. O Governo sabe usar os extras para manter felizes milhões de reformados e agora o líder do PS quer que haja um aumento extraordinário permanente, que implica aumento da despesa permanente para os anos vindouros. Os políticos andam a brincar com o dinheiro das reformas futuras para terem dividendos de curto prazo e isso é um jogo perigoso e demagógico.

Demagogia ameaça pensões do futuro

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