BPCE promete um Novo Banco mais digital, a fazer crescer PME e a apoiar grandes empresas
O Novo Banco é, agora, do BPCE, mas vai continuar a ser gerido de forma independente do grupo francês. Contudo, a instituição liderada por Nicolas Namias tem grandes ambições para o banco no qual investiu 6,7 mil milhões de euros, procurando que este seja um “interveniente-chave no apoio ao financiamento da economia portuguesa”.
“Ao integrar um grupo europeu de referência, reconhecido pela sua forte capitalização, o Novo Banco beneficiará de um maior potencial de crescimento”, antecipa o grupo francês. “O BPCE apoiará igualmente o desenvolvimento do novobanco nas áreas da banca de retalho e da banca de empresas, colocando ao seu dispor toda a experiência das atividades do Grupo”, acrescenta.
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A estratégia não deixa nenhum segmento de mercado para trás. O BPCE quer o Novo Banco a crescer tanto no negócio das famílias como das empresas, tanto as mais pequenas como as grandes.
“Na banca de retalho, o BPCE aportará a sua reconhecida experiência em poupança, financiamento, seguros e banca privada, contribuindo igualmente para acelerar a transformação digital, com vista à melhoria da experiência do cliente”, diz o banco em comunicado.
Já no “segmento das pequenas e médias empresas (PME), particularmente dinâmico em Portugal, o Novo Banco unirá esforços com o BPCE para as apoiar em todas as fases do seu desenvolvimento, desde a criação até ao crescimento e à sucessão”.
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Por último, no que diz respeito aos clientes de maior dimensão, o objetivo é desenvolver ainda mais as atividades de banca corporativa e institucional, nomeadamente através do acesso aos mercados internacionais de capitais e do apoio ao seu desenvolvimento estratégico”.
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