CGD garante que não deixou prescrever créditos à Heliportugal
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) rejeita que tenha deixado prescrever créditos à Heliportugal, cuja dívida ao banco público atinge quase 30 milhões de euros.
O desmentido surge após a notícia avançada pelo Público de que a instituição financeira teria deixado prescrever várias dívidas da empresa que gere três helicópteros ligeiros do Estado.
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“É falso que a Caixa tenha deixado prescrever créditos à Heliportugal”, garante fonte oficial ao Negócios, sublinhando que “qualquer cidadão ou empresa pode colocar os processos que entender nas instâncias judiciais, não se podendo presumir, por esse facto, que os tribunais lhes venham a dar razão.”
O banco liderado por Paulo Macedo assegura ainda que “não deixará de envidar todos os esforços, neste como em todos os casos, na recuperação dos créditos que concedeu e que lhe são devidos”.
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A empresa que viu o seu plano de revitalização ser chumbado avançou com uma ação judicial contra a CGD, pedindo aos tribunais que declarem prescritas as dívidas em causa, cujo valor global ascende a 29 milhões de euros.
Num processo que está a correr no Juízo Central Cível de Lisboa, a Heliportugal afirma que a CGD nunca executou dívidas que estão há anos em incumprimento, deixando assim que esses créditos prescrevessem.
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