BPI fica à mercê da Unitel em Angola mas agrada ao BCE
Ceder o controlo e a gestão do BFA é o preço que o BPI vai pagar para cumprir exigência que o BCE fez há dois anos. Angola continuará a dar resultados. Mas em função da vontade da Unitel.
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Depois de dois anos de negociações fracassadas e propostas inviabilizadas, o BPI tem finalmente em cima da mesa uma solução que responde à exigência do Banco Central Europeu (BCE) para reduzir a exposição a Angola e que promete ser aceite pelos maiores accionistas. A instituição vai ceder o controlo e o poder de gestão do Banco de Fomento Angola (BFA), reduzindo a sua posição a 48,1%. Mas o contributo da presença angolana para os resultados do BPI ficará nas mãos da Unitel.