Dança de cadeiras na banca em tempo de luta por clientes
Parte do setor financeiro está a mudar de liderança. No Santander, Isabel Guerreiro será a primeira CEO de um grande banco em Portugal. Azevedo Pereira sucede a Pedro Leitão no Banco Montepio. No BCP e BPI os presidentes executivos continuam.
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Os bancos enfrentam novos desafios na sequência da normalização das taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE). Concluído o período de “bonança” de que beneficiaram através da margem financeira, têm agora de lutar pelo volume. E é neste contexto que o país assiste a alterações nas cúpulas de algumas instituições financeiras. Santander e Banco Montepio são exemplos em que a liderança muda de mãos a meio do mandato. Já BCP e BPI representam a solução de continuidade nos respetivos CEO. No caso do Millennium continuidade, ainda não formalizada, foi assinalada nesta semana. Há ainda casos como o do Novo Banco, em que Mark Bourke continua longe de terminar o seu mandato, num período em que o próprio banco está a passar por uma alteração acionista, embora sem sinais de vontade de mudança da presidência executiva.
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