Governo e BdP negoceiam para garantir contribuições da banca
Chumbo do Constitucional à norma que permite ao Banco de Portugal fixar as contribuições adicionais da banca para o Fundo de Resolução pode, se nada for feito, levar a uma derrapagem do prazo de reembolso de 7,5 mil milhões de euros de dívida. Governo e supervisor procuram solução, adianta o vice-Governador.
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De saída do Banco de Portugal (BdP) após cerca de 10 anos na administração, Luís Máximo dos Santos, que também lidera, desde 2017, o Fundo de Resolução (FdR), adianta que no próximo ano o reembolso ao Estado e aos bancos poderá atingir 1,9 mil milhões de euros – um valor incluído na dívida total de 7,5 mil milhões. Sobre o chumbo do Tribunal Constitucional à norma que permitia a fixação das contribuições dos bancos para o Fundo, garante que o BdP e o Governo estão em diálogo na procura de uma solução que evite uma quebra de receita, mas também uma derrapagem do calendário de reembolso.