Banca & Finanças O nome mantém-se mas a marca comercial do Montepio vai mesmo mudar este ano

O nome mantém-se mas a marca comercial do Montepio vai mesmo mudar este ano

O Montepio vai mudar, promete Carlos Tavares. A marca comercial será diferente e haverá entidades deste grupo que vão ganhar peso. O estrangeiro continua a ser vendido. 
O nome mantém-se mas a marca comercial do Montepio vai mesmo mudar este ano
Lusa
Diogo Cavaleiro 27 de setembro de 2018 às 18:09

O nome oficial e formal vai continuar a ser o mesmo: Caixa Económica Montepio Geral. Mas a marca comercial da instituição financeira vai mesmo mudar. E será este ano. Ficará assim cumprida uma vontade do Banco de Portugal, que queria distinguir as insígnias da caixa económica e da sua accionista, a Montepio Geral – Associação Mutualista.

 

A confirmação de que este ano haverá uma nova marca comercial da caixa económica Montepio foi dada pelo seu presidente executivo, Carlos Tavares, na conferência de imprensa que teve lugar esta quinta-feira, 27 de Setembro, em Lisboa.

 

Já desde a anterior administração, presidida por José Félix Morgado, o Banco de Portugal tinha vindo a recomendar a mudança de marca comercial da caixa económica, para a diferenciação entre as duas marcas. E o actual CEO já tinha assumido em Março que era sua vontade fazer alterações à insígnia comercial. 

 

Carlos Tavares não quis, contudo, adiantar mais pormenores, prometendo para um período posterior, ainda este ano. "O nome pode ajudar, mas não é tudo", disse apenas, frisando que o banco tem apostado na "clareza dos produtos" que vende.

 

O mesmo aconteceu com a estrutura do banco, sobre a qual prometeu alterações. O Montepio Investimentos será transformado num banco de empresas (corporate banking e banca de investimento), podendo também ser alterada a sua designação. A gestão de activos continuará concentrada no Montepio Valor. O Montepio Crédito ficará com toda a área de factoring e crédito ao consumo que está hoje tanto na caixa económica como nesta entidade.

 

"O foco é na actividade doméstica", resumiu Carlos Tavares, dizendo que as operações internacionais estão "em reavaliação". Já há acordo com a Arise para alienar o Banco Terra no Moçambique, e há intenção de vender o Finibanco Angola, não havendo ainda novidades.




pub

Marketing Automation certified by E-GOI