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Caixa Galicia quer entre 30 a 50 balcões em Portugal até 2010

A Caja de Ahorros de Galicia (Caixa Galicia) que deter «entre 30 a 50 unidades em Portugal até ao final da década», de acordo com as palavras de Pedro Pimenta, administrador português da instituição financeira – que recentemente foi nomeado director-geral

24 de Maio de 2004 às 14:43

A Caja de Ahorros de Galicia (Caixa Galicia) que deter «entre 30 a 50 unidades em Portugal até ao final da década», de acordo com as palavras de Pedro Pimenta, administrador português da instituição financeira – que recentemente foi nomeado director-geral da Europa – em entrevista ao jornal espanhol «La Gaceta de los Negocios».

Numa entrevista publicada na edição de hoje do jornal espanhol, Pedro Pimenta admite que «a expansão em Portugal, que tínhamos previsto muito forte, realizou-se a um ritmo mais lento». De acordo com o administrador, foram abertas seis sucursais «e mantemos a nossa ideia de ter entre 30 a 50 nos finais da década».

Questionado pelo mesmo órgão de comunicação como irá cumprir o objectivo proposto de crescimento em Portugal e se para tal estaria a Caixa Galicia disposta a comprar a rede de alguma entidade bancária, Pedro Pimenta responde que José Luis Méndez, director-geral da instituição, afirma que «não coloca barreiras no seu campo».

«Ele [Mendéz] está aberto a aquisições. Em Portugal as últimas fusões provocaram alguma duplicidade de redes», admite, acrescentando que neste campo poderá ser encontrado «um interesse mútuo». O responsável pela Europa no banco espanhol conclui: «estamos abertos à aquisição de alguma rede se surgir a oportunidade».

Pedro Pimenta afirma que apesar da direcção da Caixa Galicia quer estar no Norte de Portugal prioritariamente, a ideia é ter sucursais «na fronteira, na franja atlântica, Porto, Lisboa e crescer também um pouco no interior».

A Caixa Galicia está neste momento presente em Lisboa, Porto, Maia, Vila Nova de Gaia, Viana do Castelo e Valença do Minho. Ainda este ano a companhia deverá abrir este em Braga e provavelmente em Chaves.

No presente a quota de mercado da Caixa Galicia em Portugal é na proporção de 1/1.000. «Somos muito pequenos», opina Pedro Pimenta, salientando que em Espanha a quota da instituição galega se situa entre 2,5% e 3%, percentagem esta que a Caixa quer ver repetida em Portugal.

Em termos de actividade, Pedro Pimenta afirma a entidade está «com um ritmo de crescimento de 50% ao ano» em Portugal, e que irá «continuar com uma política forte na área de ‘coporate’ em Lisboa». Lá fora, os emigrantes portugueses também são clientes-alvo da Caixa Galicia, nomeadamente na Suíça, onde a instituição está a reforçar a sua presença.

Na mesma entrevista Pedro Pimenta salienta que «o volume de negócios já é bastante interessante, de cerca de 350 milhões de euros» e que no segmento de banca universal onde se coloca, a Caixa Galicia conta actualmente com 3.000 clientes portugueses e espanhóis em terras lusas. No final de 2004, quarto ano da sua actividade, a Caixa Galicia pretende obter o «brek even» do «cash flow».

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