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Filha de Salvador Caetano lança marca de luxo para reabilitação urbana

Através da Almaria, serão investidos 15 milhões de euros para reabilitar quatro edifícios históricos em Lisboa. No total, terão 60 apartamentos para venda e exploração turística.

Bruno Simão/Negócios
Ana Serafim anaserafim@negocios.pt 04 de Janeiro de 2016 às 17:14
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Almaria. Assim se chama a marca que a Parimob – Investimentos Imobiliários acaba de lançar para investir na reabilitação urbana em Lisboa.

Através da nova marca, a empresa presidida por Ana Maria Martins Caetano, filha de Salvador Caetano, começará por aplicar 15 milhões de euros em quatro projectos na zona histórica da capital portuguesa, nas zonas do Chiado/Corpo Santo e Santos.

Posicionando-se no segmento premium, esse portefólio inclui os edifícios Ex-Libris (Rua da Misericórdia, Chiado), o Officina Real (Rua do Loreto, Chiado), o Edifício da Corte (Rua do Ferragial, Chiado/Corpo Santo) e o Bica dos Olhos (Rua da Boavista, Santos).


Três destes projectos destinam-se a arrendamento de curta duração e exploração turística com a marca Almaria. E o outro será colocado no mercado residencial, numa oferta de 60 apartamento no conjunto dos quatro imóveis.


Em comunicado, a Almaria explica que a portugalidade e a alma lisboeta bem como a valorização da história dos edifícios serão traços distintivos da oferta que vai comercializar. Por isso, para assinar os projectos de reabilitação foram convidados arquitectos portugueses como Luís Rebelo de Andrade, Ana da Costa ou Samuel Torres de Carvalho.


Através da Almaria, a Parimob pretende actuar não só ao nível da construção, mas também da comercialização e exploração turística dos imóveis.


Ana Maria Martins Caetano detém actualmente 4,91% da SDC (ex-grupo Soares da Costa) através da Parinama, depois de, em Maio de 2015, ter reduzido a posição de 6,74% que tinha na construtora.


A empresária chegou a controlar 11% da Soares da Costa, após as partilhas na Salvador Caetano, em 2010. Essa participação chegou praticamente intacta até 2014, mas nesse ano viria a sofrer sucessivas reduções até ficar nos 6,74%.

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