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Galp Gás Natural Distribuição passa a chamar-se Floene

A Floene abastece, atualmente, 102 concelhos, através da participação em nove distribuidoras de gás.

Lusa 18 de Outubro de 2022 às 15:37
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A Galp Gás Natural Distribuição, que passou para as mãos da Allianz Capital Partners após a compra de 75,01% dos 77,5% da participação da Galp, passa a chamar-se Floene e reforça compromisso na transição energética.

"A Floene, líder no mercado de distribuição de gás, substitui agora a designação Galp Gás Natural Distribuição (GGND)", informou a empresa, em comunicado enviado à comunicação social.

Em meados de julho, no primeiro encontro com jornalistas, em Lisboa, após a Allianz Capital Partners ter comprado 75,01% dos 77,5% da participação que a Galp tinha na empresa, por 368 milhões de euros, o presidente executivo, Gabriel Sousa, tinha já avançado que a empresa ia sofrer uma alteração de nome, ainda que não se tratasse de uma imposição do regulador da energia.

"Esta mudança reforça o compromisso da empresa na transição energética, contribuindo para a descarbonização das redes de gás, maioritariamente através da aposta nos gases renováveis, como o biometano e o hidrogénio", lê-se na nota hoje enviada.

A Floene abastece, atualmente, 102 concelhos, através da participação em nove distribuidoras de gás: Lisboagás, Lusitaniagás, Setgás, Tagusgás, Beiragás, Duriensegás, Medigás, Dianagás e Paxgás.

"Depois de termos apostado na introdução do gás natural e expandirmos a nossa rede a mais de um milhão de clientes, estamos agora focados em promover e liderar a futura distribuição dos novos gases renováveis, contribuindo de forma decisiva para a descarbonização da economia e do País, no cumprimento das metas ambientais", referiu Gabriel Sousa, citado no comunicado.

No encontro com jornalistas, em julho, o presidente executivo defendeu que a infraestrutura nacional está "preparadíssima" para gases renováveis, que devem ser acelerados.

"Existe uma associação entre descarbonização e eletrificação, [mas] a descarbonização precisa de eletricidade e de gases renováveis", apontou o responsável.

Naquela ocasião, Gabriel Sousa defendeu uma Estratégia Nacional para o Biometano, como a que existe para o hidrogénio, que, disse, está em processo de preparação pela tutela.
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