O consumidor já não quer produtos acabados, prefere construí-los
Há nove anos comprou um Mercedes-Benz. Dois anos depois, quis mudar o telefone do carro para aceder a novos serviços. Reposta da marca: "Mr. Lippman, lamentamos, mas, para mudar de telefone, tem de comprar um automóvel novo".
Há nove anos comprou um Mercedes-Benz. Dois anos depois, quis mudar o telefone do carro para aceder a novos serviços. Reposta da marca: "Mr. Lippman, lamentamos, mas, para mudar de telefone, tem de comprar um automóvel novo".
O homem, de grande porte, cachimbo na boca, não engoliu a resposta. Não por acaso. Engenheiro electrónico e investigador de computação gráfica, Andrew Lippman, um dos criadores do MP3, relata o episódio com a Mercedes para exemplificar o que as fabricantes não devem fazer: construir produtos fechados. A era dos produtos acabou. Ou quase.
