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Preços no fixo caem 14% e no móvel ficam inalterados

O presidente da Autoridade da Concorrência, Abel Mateus, afirmou hoje que a concretização da OPA da Sonaecom irá provocar uma “redução de 14% nos preços das comunicações na rede fixa”, onde se incluem o telefone fixo e a Internet, enquanto que ao nível do

Filipe Paiva Cardoso filipecardoso@mediafin.pt 22 de Dezembro de 2006 às 18:43
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O presidente da Autoridade da Concorrência, Abel Mateus, afirmou hoje que a concretização da OPA da Sonaecom irá provocar uma "redução de 14% nos preços das comunicações na rede fixa", onde se incluem o telefone fixo e a Internet, enquanto que ao nível dos móveis, mesmo com a fusão da TMN / Optimus, a tendência será que os tarifários não se alterem a curto-prazo.

Confrontado com a existência de um estudo que previa uma subida de 6,3% nos preços das comunicações móveis com a fusão, Abel Mateus sublinhou "que esse estudo foi feito num cenário em que não existiam ‘remédios’ colocados à operação", e que, com as condicionantes aceites pela Sonaecom "não existe perigo para se registar uma subida de preços" no mercado móvel "a curto-prazo" e que, com o surgimento de novos operadores no mercado – virtuais ou com rede própria – "haverá pressão para os preços caírem".

Abel Mateus falava na conferência de imprensa que serviu para apresentar a "não oposição" da AdC à OPA da Sonaecom, tendo justificado a quebra de 14% que espera no mercado das comunicações fixas com o aparecimento de um novo concorrente forte, independente e com uma infra-estrutura que cobre todo o país, referindo-se à separação total da PT Comunicações da PT Multimédia que a OPA pressupõe.

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