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Vendas das maiores empresas de produtos de consumo superam os 2,65 mil milhões

"O volume total de vendas das 250 maiores empresas mundiais de produtos de consumo ultrapassou os 2,65 mil milhões de dólares no exercício de 2006" refere o estudo da Deloitte Global Powers of Consumer Products Industry.

Lara Rosa lararosa@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2008 às 12:16
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"O volume total de vendas das 250 maiores empresas mundiais de produtos de consumo ultrapassou os 2,65 mil milhões de dólares no exercício de 2006" refere o estudo da Deloitte Global Powers of Consumer Products Industry.

As vendas cresceram 8,4% relativamente a 2005, no entanto 16% das empresas registaram uma redução dos produtos vendidos.

O crescimento do volume de vendas das 10 maiores empresas foi de 8,6% ao atingirem os 751 mil milhões de dólares (506.737 mil milhões de euros) o que representa mais de um quarto do volume de vendas total.

"As 10 maiores empresas tiveram uma margem de lucro média de 7,4%, acima dos 6% que o grupo obteve no seu todo", refere a consultora.

Na lista das 250 maiores empresas estão presentes 94 empresas norte-americanas com vendas médias de 11 mil milhões de dólares (7.42 mil milhões de euros), embora tenham sido as empresas que apresentaram um menor crescimento (7,4%).

O maior crescimento (14,3%) foi registado pelas empresas africanas e do Médio Oriente. Estas empresas foram seguidas pelas empresas da Ásia Pacífico (8,9%), as europeias (8,8%) e as da América Latina (8,5%)

"As empresas americanas estão a operar num mercado maduro, ao passo que as empresas dos mercados emergentes estão a crescer rapidamente a partir de uma base menor" referiu o Dr. Ira Kalish, Director de Consumer Business Research da Deloitte, citado num comunicado da consultora.

"O rendimento disponível das famílias está a crescer no seio da nova classe média dos países emergentes, e as empresas mundiais de produtos de consumo podem beneficiar com isso", acrescenta o Director de Consumer Business Research da Deloitte.

Os últimos anos têm relevado uma tendência de consolidação no sector de retalho o que leva à diminuição do número de grandes empresas. Dr. Kalish a afirmar que "é provável que esta tendência leve à consolidação entre os fornecedores de produtos de consumo. Este sector está a ficar numa posição em que há demasiados fornecedores no mercado".

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