Consumo de eletricidade aumentou 3,5% entre janeiro e abril
O consumo de eletricidade atingiu entre janeiro e abril uma subida homóloga de 3,5%, ou de 3,4% quando considerados os efeitos da temperatura e do número de dias úteis, segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais.
Nos primeiros quatro meses do ano, cerca de 76% do consumo foi abastecido por produção renovável, com a hidroelétrica a representar 34%, a eólica 29%, a fotovoltaica 8% e a biomassa 5%.
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No acumulado, o índice de produtibilidade hidroelétrica situou-se em 1,32, o eólico em 1,06 e o solar em 0,71.
Já a produção a gás natural representou 16% do consumo, enquanto o saldo de trocas com o estrangeiro assegurou os restantes 8%.
No mês de abril, o consumo de energia elétrica cresceu 2,4% face ao período homólogo do ano anterior, ou 1,7% com correção dos efeitos da temperatura e do número de dias úteis.
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Os índices de produtibilidade situaram-se abaixo da média histórica de 1, com maior impacto na hidroelétrica, que registou um índice de 0,57 em abril, enquanto a produção eólica apresentou um índice de 0,72 e a solar de 0,84.
No último mês, a produção renovável garantiu 60% do consumo de eletricidade, enquanto a produção não renovável representou 14%, tendo os restantes 26% do consumo sido importados.
No mercado de gás natural, manteve-se em abril a tendência crescente dos últimos meses, com um aumento homólogo de 16%, em resultado do crescimento verificado no segmento de produção de energia elétrica, que registou uma variação homóloga de 94%.
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Em sentido contrário, o segmento convencional, que abrange os restantes consumidores, registou uma diminuição de 1,3%.
O abastecimento foi efetuado integralmente a partir do terminal de GNL de Sines, com gás proveniente da Nigéria (62%) e dos Estados Unidos (38%).
Através das interligações com Espanha foi exportado o equivalente a cerca de 26% do consumo nacional de eletricidade.
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No final de abril, o consumo acumulado anual de gás natural apresentou um crescimento homólogo de 14%, em resultado de um aumento de 60% na produção de energia elétrica, ao passo que o segmento convencional registou uma redução de 0,1%, em linha com os valores do ano anterior.
Entre janeiro e abril, o terminal de Sines abasteceu 88% do consumo nacional de gás, com origem maioritariamente na Nigéria (50%), nos Estados Unidos (42%) e na Rússia (8%), sendo os restantes 12% assegurados através das interligações com Espanha.
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