Do termóstato, ao teletrabalho e ao alívio fiscal. Como o mundo respondeu à crise energética
O leque de medidas é vasto e vai desde limitar a temperatura do ar condicionado, ao uso de ventoinhas, evitar viagens de avião ou redução de impostos. Se na Europa se optou mais pela via fiscal, no sudeste asiático e em África as soluções passam pela mudança de comportamentos dos consumidores.
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Face à escalada dos preços dos combustíveis, os países adotaram um vasto leque de medidas desde que eclodiu a guerra no Irão. As mais comuns foram a redução de impostos - aplicada em países como Portugal, Espanha, Alemanha, Itália e Noruega -, e o limite administrativo aos preços de venda, como na Hungria, México, Polónia e Sérvia. Outros introduziram apoios diretos a famílias vulneráveis, agricultores e setores de transporte, a exemplo de Marrocos, Grécia e Irlanda. Mas também há medidas como o teletrabalho, a redução de viagens, limite da temperatura do ar condicionado e semanas de trabalho mais curtas. Bruxelas apresenta esta quarta-feira um pacote de resposta à crise.