Primeiro parque eólico no mar português arranca em 2017

O projecto Windfloat vai passar à segunda fase que vai entrar em operação daqui a dois anos. Na energia solar, a EDP Renováveis vai desenvolver um projecto de investigação na futura central no Alentejo.
Miguel Baltazar/Negócios
André Cabrita-Mendes 13 de Novembro de 2015 às 16:33

A primeira central eólica offshore em Portugal arranca em 2017. Depois do sucesso alcançado pelo projecto piloto, a segunda fase do projecto Windfloat deverá estar concluída daqui a dois anos.

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"Se tudo correr bem, este segundo projecto de 25 megawatts, no qual estamos a trabalhar com apoio comunitário, entra em exploração em 2017", disse ao Negócios o presidente da EDP Renováveis.

João Manso Neto sublinhou o sucesso alcançado pelo projecto piloto. "O projecto de dois megawatts provou que funciona, mesmo com mau tempo. Agora temos de ver se conseguimos tornar a tecnologia mais barata", disse.

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As declarações do responsável foram feitas à margem do sétimo encontro da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico (Elecpor) que teve lugar esta sexta-feira, 13 de Novembro em Lisboa.

O gestor sublinhou que esta tecnologia "não é tanto para Portugal", mas que pode vir a ser "importante para a exportação, para outros países que tenham também profundidades no mar muito elevadas".

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A EDP Renováveis adquiriu recentemente uma licença para construir uma central solar no Alentejo, que além de produzir energia para vender, vai também servir para a EDP Renováveis e EDP Inovação testarem uma nova tecnologia.

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"O que este projecto tem de interessante é que 2,9 megawatts vão ser convencionais, mas 100 kilowatts vão ser um projecto de investigação e de desenvolvimento em solar mais concentrado", explicou.

Dos nove gigawatts de potência instalada pela EDP Renováveis em 12 países, a grande maioria é energia eólica, com apenas 82 MW a pertencerem a energia solar.

Manso Neto acredita que o futuro da energética vai passar cada vez mais pelo sol. "Temos que encontrar um modelo de negócio que nos permita fazer dinheiro. Agora que o solar vai ter cada vez mais importância, é claro que sim".

Dos nove gigawatts de potência instalada pela EDP Renováveis em 12 países, a grande maioria é energia eólica, com apenas 82 MW a pertencerem a energia solar.

Manso Neto acredita que o futuro da energética vai passar cada vez mais pelo sol. "Temos que encontrar um modelo de negócio que nos permita fazer dinheiro. Agora que o solar vai ter cada vez mais importância, é claro que sim".

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