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Finerge angaria 700 milhões para pôr mais eólicas a girar

Foram 12 as instituições que se juntaram para financiar 700 milhões de euros à produtora de energia renovável Finerge. A empresa diz ter na mira novos projetos em Portugal e na União Europeia.

O antigo presidente executivo da Impresa é o CEO da Finerge Bruno Simão/Negócios
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 13 de Maio de 2019 às 12:53
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A Finerge, que se assume ser o segundo maior produtor de energia eólica em Portugal, assegurou um financiamento de 700 milhões de euros numa ronda que envolveu 12 instituições.

A quantia angariada vem "permitir acelerar o crescimento da Finerge, em Portugal e no estrangeiro", avança a empresa em comunicado. O financiamento inclui 706 milhões de euros e 92 milhões de euros em linhas de crédito, constituindo a "maior (operação) alguma vez montada na Europa destinada a uma plataforma eólica onshore".

O acordo de financiamento foi assinado com 12 instituições: ING, Santander, DWS, BNP Paribas, IFM Investors Pty, BBVA, Novo Banco, KommunalKredit, Generali, Schroders, SMBC e Bankinter. A plataforma criada contempla diferentes modalidades financeiras que abarcam desde empréstimos de longo prazo à emissão de títulos, tendo o empréstimo sido certificado como "empréstimo verde".

Entre os benefícios das condições de financiamento, a empresa aponta vantagens em termos da maturidade da dívida e a "flexibilidade necessária para suportar os investimentos do grupo em aquisições e no desenvolvimento de novos projetos em Portugal e por toda a União Europeia".

Para o CEO da Finerge, Pedro Norton, o sucesso da operação está ligado ao "perfil de risco do grupo, a qualidade da equipa e dos ativos existentes, a capacidade demonstrada na seleção e a gestão de novas oportunidades".

A Finerge dedica-se à conceção e desenvolvimento de projetos, passando pela construção até à exploração de centrais. Os 508 aerogeradores instalados nas 43 centrais eólicas que explora, somam de momento uma capacidade instalada de 908,1 MW. A empresa reporta que anualmente fatura mais de 170 milhões de euros e diz já ter investido mais de 1,2 mil milhões de euros em Portugal. 

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