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Fábrica da Secil gera 120 milhões de euros e quase 1.700 empregos no país

Estudo da KPMG conclui que a actividade da unidade do Outão do grupo cimenteiro, por cada colaborador que emprega, gera mais 10 postos de trabalho em Portugal.

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secil outão setúbal cimentos Sara Matos
20 de Outubro de 2016 às 17:30

Por cada euro gasto pela fábrica da Secil no Outão em Portugal são gerados 2,4 euros a nível nacional, concluiu um estudo da consultora KPMG sobre o impacto socioeconómico daquela unidade na região e no país, que foi apresentado esta quinta-feira.

De acordo com o documento, a actividade do complexo fabril do grupo cimenteiro detido por Pedro Queiroz Pereira contribui com um total de 120 milhões de euros anuais para o PIB nacional, o  que representa 0,1%.

Por outro lado, a fábrica, que emprega directamente 169 trabalhadores, tem um impacto a nível nacional de 1.689 postos de trabalho. Desta forma, segundo a KPMG, por cada colaborador do complexo são gerados 10 empregos em Portugal.

O estudo revela que onde é induzida a criação de mais emprego é nos serviços de administração pública, defesa e segurança social, estimando-se um total de cerca de 305 postos de trabalho, sendo este efeito "resultado em grande parte dos impostos pagos", explica a consultora.

O impacto no emprego também se faz sentir nos serviços de reparação e instalação de máquinas e equipamentos, no sector das borrachas e matérias plásticas, nos combustíveis e no transporte terrestre.

Já para a península de Setúbal, a actividade da fábrica da Secil contribui com um total de 44 milhões de euros anuais para o PIB da região e gera, de forma directa e indirecta, 672 postos de trabalho, ou seja, por cada colaborador do complexo do Outão são gerados cerca de quatro empregos na região.

O estudo refere ainda que o contributo da Secil do Outão para as exportações é de 65 milhões de euros, representando esta unidade 31% das exportações do porto de Setúbal. "Por cada euro importado, o complexo do Outão exporta cerca de três euros", aponta ainda o documento.

Por outro lado, 65% das compras desta unidade industrial foram realizadas a fornecedores nacionais, sendo que 44% das compras nacionais foram feitas a fornecedores da península de Setúbal.

A consultora refere ainda o investimento de 9,7 milhões de euros de investimento em inovação e desenvolvimento pelo grupo cimenteiro e, no capítulo ambiental, a redução das emissões de CO2 em 2%.

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