De Taylor Swift a Bob Dylan, guru de Wall Street quer controlar império da Universal
O célebre investidor norte-americano Bill Ackman lançou uma proposta que avalia o maior catálogo de música do mundo em quase 56 mil milhões de euros. Do pop ao reggaeton, passando até pelo folk e flamenco, a Universal controla mais de 30% de toda a indústria musical. Mas há quem veja na investida de Ackman uma forma de agitar a empresa - em vez de alcançar o controlo.
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"É música para os meus ouvidos". Foi assim que Vincent Bolloré, o multimilionário francês que detém indiretamente mais de 30% do capital da Universal Music Group (UMG), descreveu a proposta de Bill Ackman que avalia a empresa em quase 56 mil milhões de euros. Para ser aprovado, o negócio tem de obter "luz verde" de, pelo menos, dois terços dos acionistas do grupo que detém editoras como a Republic Records e a Interscope, mas, caso siga em frente, vai permitir que o investidor norte-americano "ponha as mãos" ao maior catálogo de artistas do mundo - e que tem Taylor Swift como a joia da coroa.