O Negócios pergunta. De que forma avalia a resposta do Governo à tempestade Kristin?
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A tempestade Kristin atingiu Portugal, na madrugada da quarta-feira passada, e devastou a zona centro do país, em particular Leiria. O estado de calamidade foi prolongado até 8 de fevereiro, devido à "persistência de necessidades de assistência às populações" e à "previsão de condições meteorológicas muito adversas, incluindo o risco extremo de cheias". Em Conselho de Ministros extraordinário, no domingo, foi também aprovado um conjunto de medidas que inclui um pacote de apoios que poderá atingir os 2,5 mil milhões de euros para responder aos estragos e que abrange famílias, empresas e entidades públicas.
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Até ao momento morreram 10 pessoas, vítimas de circunstâncias distintas, incluindo a queda de árvores, colapsos de estruturas, acidentes durante reparações de telhados e intoxicação devido à utilização de geradores no interior de habitações.
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A resposta do Estado à tempestade Kristin levou o PS, no Parlamento, a acusar o Governo de silêncio, falta de planeamento e falhas na Proteção Civil e a criticar o atraso na declaração de estado de calamidade. IL e Chega também apontaram falhas, nomeadamente no SIRESP. Críticas que levaram o Governo a rejeitar qualquer falha sistémica e a garantir que a ajuda e os apoios vão chegar a todos.
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