Do betão ao vidro à cerâmica: Kristin para fábricas e deixa prejuízos de milhões
Tempestade fez parar duas fábricas da Secil e a Betão-Liz, da Cimpor, ainda tem três sem laborar. Corte de energia também parou produção da indústria do vidro de embalagem e da cerâmica. Prejuízos ascendem a milhões de euros, decorrentes de danos materiais, da paragem de produção e até de vendas que podem não se fazer.
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A depressão Kristin, que fustigou o centro do país, levou à paralisação de uma série de fábricas de diferentes indústrias, desde a cimenteira à vidreira até à cerâmica, estimando-se em dezenas de milhões de euros os prejuízos sofridos entre danos materiais, paragem de produção ou até exportações perdidas.
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