O Negócios pergunta. Enterrar linhas elétricas é a melhor solução para aumentar a resiliência das redes?

O Negócios desafia os seus leitores a responderem a uma pergunta no canal do WhatsApp sobre as medidas que a E-Redes está a tomar após o "comboio de tempestades" do início deste ano.
DR
15:59

O Negócios quer saber a opinião dos seus leitores sobre os assuntos mais relevantes da atualidade. Para isso, coloca regularmente questões aos subscritores do .    

Quatro meses depois da tempestade Kristin ter provocado uma das maiores crises recentes na rede elétrica nacional, a E-Redes diz estar a reforçar a resiliência da infraestrutura e a rever decisões históricas de construção da rede perante o aumento de fenómenos meteorológicos extremos.

PUB

Na Comissão de Ambiente e Energia, o presidente da empresa que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal Continental,  José Ferrari Careto, revelou que a empresa está já a avançar com enterramento de linhas, reforço estrutural de cabos, mais telecomando e alterações de traçados em zonas florestais consideradas vulneráveis.

"Temos que estar mais preparados para a frente porque este tipo de situação pode vir a repetir-se", afirmou o gestor.

PUB

Entre os exemplos apresentados aos deputados estão o enterramento da linha de média tensão Marinha Grande-Vieira 2 e da linha de alta tensão Rainha Ortigosa-Pinheiros, bem como mudanças de percurso de linhas na Sertã para reduzir exposição a zonas florestais densas.

Ferrari Careto admitiu também que a tempestade está a obrigar a empresa a rever opções históricas da rede elétrica portuguesa e realçou que não existe uma infraestrutura preparada para resistir a qualquer catástrofe.

PUB

Se já segue o , participe neste inquérito que começou esta quarta-feira. Os resultados serão revelados na próxima terça-feira, 2 de junho. Se ainda não subscreveu, pode fazê-lo e .    

Saber mais sobre...
Saber mais Tensão catástrofes Inquérito Enterro Portugal
Pub
Pub
Pub