O Negócios pergunta. Quase metade discorda totalmente da ofensiva americana sobre o Irão
O Negócios desafiou os seus leitores a responderem a uma pergunta no canal do WhatsApp sobre os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão.
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A ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, levando a uma retaliação iraniana que passou pelo ataque a cinco países do Golfo Pérsico, desencadeou uma crise que extravasa o Médio Oriente, devido às suas repercussões políticas e económicas. O conflito já vai no 11.º dia.
Os ataques dos EUA e de Israel desestabilizaram o regime teocrático do Irão e conduziram mesmo à morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei. A operação, denominada “Fúria Épica” teve como objetivo principal, segundo os EUA, assegurar que o Irão nunca seja capaz de produzir armas nucleares. Entretanto, Mojtaba Khamenei foi nomeado novo líder supremo.
A ação dos EUA e de Israel foi condenada pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e países como a China e a Rússia. A União Europeia, pela voz da sua chefe da diplomacia, Kaja Kallas, classificou a morte de Khamenei como um momento de "esperança renovada" para o povo iraniano, mas alertou que este traz um risco real de uma espiral de violência. Daí que Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, tenha instado os Estados Unidos, Israel e o Irão exercer a exercer a "máxima contenção" e a respeitar o direito internacional.
Questionados sobre a ação americana e israelita no Irão, mais de metade dos leitores do Negócios mostraram-se contra a incursão militar: 214 discordam totalmente e outros 36 discordam da ação militar. Do outro lado, 122 leitores concordam totalmente com o ataque contra o Irão, enquanto outros 30 dizem apenas concordar. Dos 437 que responderam, 35 não concordam nem discordam.
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