“Juntámo-nos aos espanhóis” na corrida à gigafábrica de IA, revela Castro Almeida
Ministro da Economia revela que, tendo em conta a enorme concorrência sentida na corrida a uma das cinco gigafábricas da União Europeia, a candidatura portuguesa juntou-se à espanhola. Acredita em “bons resultados”.
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Portugal, através do Banco Português de Fomento (BPF), candidatou-se a uma das cinco gigafábricas de IA que a União Europeia quer instalar no espaço europeu. Está na corrida, mas agora em parceria. Manuel Castro Almeida revela que a candidatura passou a ser ibérica, antecipando resultados positivos desta união.
“Existem várias candidaturas às gigafábricas, mais até do que os países que existem na UE”, notou o ministro da Economia na conferência dos 10 anos da Conversa Capital, na Culturgest, em Lisboa. Perante este cenário, “não é fácil ter em Portugal essa fábrica” com o apoio prometido por Bruxelas.
Perante este cenário, Castro Almeida revelou que o país tomou uma decisão de deixar de concorrer sozinho, associando-se a Espanha. “Juntámo-nos aos espanhóis. Estamos a fazer uma candidatura conjunta”, revelou. “Estamos esperançados de que vamos ter bons resultados com esta candidatura conjunta”, acrescentou o ministro com a pasta da Economia no Executivo de Luís Montenegro.
Ministro da Economia
Durante um almoço no CFO Forum, realizado pela EY, o presidente executivo (CEO) do BPF, sem revelar as alterações à candidatura, tinha já apontando que iria haver “um reforço de investimento, de impacto e dimensão”.
Não avançando mais detalhes, instado a elaborar sobre o que vai acontecer à candidatura, Gonçalo Regalado disse apenas que será “mais ampla, mais forte e com mais possibilidades de vencer”.
(Notícia atualizada às 10h07 com mais informação)
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