Huffingtonpost foi o “rei” das redes sociais em Outubro
O site do “Huffingtonpost” mantém-se como o “rei” das interacções nas redes sociais, em Outubro, segundo o “NewsWhip Spike”, que analisou as redes Facebook, Twitter, Pinsterest e Linkedin.
Os “amigos”, seguidores e membros das diferentes redes sociais partilham, “retweetam”, colocam o “pin” sobre os assuntos, os temas que consideram curiosos, que gostam ou que com os quais têm afinidade.
O mês de Outubro foi muito “rico” na difusão de noticias, ou de histórias, com os casos da chanceler alemã Angela Merkel e as escutas da NSA, os incêndios na Austrália e a morte do músico Lou Reed.
Em termos globais, o “Huffingtonpost” liderou o “ranking” com 12,8 milhões de interacções, nas redes analisadas, seguindo-se o Buzzfeed.com com mais de 11 milhões, da BBC com 8,5 milhões e do New York Times com 6,5 milhões, de acordo com a mesma fonte.
Quando analisado apenas o Facebook, o blogue “UpWorthty” passou da terceira posição, em Outubro, depois no mês passado, para estar em sétimo, com a BBC, o New York Times e a CNN a manterem a sua posição, estando na terceira, quarta e quinta posições, respectivamente. Já o Huffington Post mantém-se no top, com o BuzzFeed a alcançar o segundo lugar.
De uma forma geral, o Facebook continua a ser a rede social onde os meios alcançam maior número de interações. Por exemplo, o líder Huffingtonpost alcança mais de 11 milhões de interacções no Facebook, contra os pouco mais de 1 milhão no Twitter, 70 mil no Linkedin e 44 mil no Pinterest.
Olhando apenas para a rede social profissional, Linkedin, a Forbes lidera o ranking com mais de 220 mil interacções, seguindo-se o Mashable.com, com 169 mil e o Nytimes.com com 140 mil. Com 259 milhões de utilizadores, o Linkedin começa agora a ganhar expressão em termos de interacções dos seus utilizardores.
Já sites como o Buzzfeed.com tem mais interacções no Twitter e no Pinterest, do que no Linkedin, mas o Facebook continua no topo.
Quanto à analise global, o NewsWhip Spike refere que o número de interacções diminuiram, face a Setembro. E se as interacções no Facebook são mais lúdicas, no Twitter e no Linkedin os sites de informação ganham maior expressão.