Reacção da Oi vista como pressão sobre os accionistas portugueses

A posição da Oi à OPA lançada por Isabel dos Santos já motivou reacção. É vista como uma pressão sobre os accionistas portugueses e uma forma de restringir a sua actuação, disse fonte ligada à operação.
Oi Portugal telecom
Dado Galdieri/Bloomberg
Celso Filipe 11 de Novembro de 2014 às 12:33

"Sendo esta uma OPA lançada a uma empresa portuguesa, PT SGPS, é assinalável que seja uma empresa brasileira, a Oi, a reagir", comentou ao Negócios fonte ligada à operação, depois da Oi ter assumido que não vai aceitar a alteração aos termos do acordo entre PT e Oi.

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Além disso, a reacção da Oi é vista como um "disparar em todas as direcções contra os pressupostos da OPA, pressionando os accionistas portugueses e restringindo a sua actuação", disse fonte ligada à operação.

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A Oi reagiu à OPA, dizendo não aceitar algumas das condições que a implicavam. As condições passavam por alterar os termos do acordo entre PT e Oi, que foram aprovados pelos accionistas da PT SGPS a 8 de Setembro.

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Isabel dos Santos lançou OPA sobre a PT SGPS, mas estabeleceu condições que tinham de ser cumpridas pela Oi.

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