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5G: Telefónica está preparada para arranque e massificação só depois de 2022

O Brasil é uma aposta da Telefónica, para onde direciona uma boa parte dos seus investimentos, sendo que a operadora está a analisar a possível compra da Oi, operação que não poderá concretizar sozinha, o que exigirá consórcios ou acordos.

A Telefônica Brasil é a filial brasileira da espanhola Telefónica, e resultou da fusão entre o operador fixo Telesp e o operador móvel Vivo. Apesar do desafiante atual contexto económico e político do Brasil, o grupo tem conseguido crescer e reforçar o seu domínio no mercado. Os resultados têm sido bons e as perspetivas mantêm-se favoráveis para os próximos anos, até porque a empresa beneficia de uma situação financeira confortável, o que lhe permite distribuir bons dividendos. Ainda assim, o risco do título é superior à média.
reuters, bloomberg
Lusa 27 de Novembro de 2019 às 23:43
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A operadora de telecomunicações Telefónica está preparada para o arranque do 5G, mas não fará "nenhuma saída em falso", tendo em conta que a massificação desta tecnologia "não acontecerá antes de 2022", afirmou o presidente executivo.

Ángel Vilá afirmou, numa conferência de imprensa em Madrid, que a aproximação da operadora à quinta geração móvel (5G) é "prudente", investindo para "não ficar para trás", mas consciente de que "uma saída em falso, quando a tecnologia e os terminais não estão maduros e os serviços não são diferenciais, não será benéfico para o cliente".

Face a este contexto, o presidente da empresa, José María Álvarez-Pallete, apontou que o 5G abre um mundo de possibilidades, salientando que a operadora está preparada para o arranque, mas ainda "falta tempo para que esta tecnologia seja tão revolucionária como se crê que venha a ser".

Entretanto, o Brasil é uma aposta da Telefónica, para onde direciona uma boa parte dos seus investimentos, sendo que a operadora está a analisar a possível compra da Oi, operação que não poderá concretizar sozinha, o que exigirá consórcios ou acordos.
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