Open Cosmos dá asas a dois satélites e marca o arranque da constelação
Satélites foram lançados a partir da Nova Zelândia. Portugal está envolvido nas operações, uma vez que o lançamento foi um esforço pan-europeu.
A Open Cosmos escolheu a Península de Mahia, na Nova Zelândia, para lançar os dois primeiros satélites de uma constelação que se começou agora a formar. Este passo chega depois da empresa que adquiriu a portuguesa Connect ter obtido o espectro de alta prioridade por parte do Liechtenstein.
O lançamento destes dois satélites de telecomunicações em órbitra terrestre baixa resulta de um esforço pan-europeu, onde estão incluídas equipas de Portugal, Espanha, Reino Unido e Grécia.
"The Cosmos Will See You Now" foi o nome dado à missão que representa a primeira fase de ativação de satélites preparada para o futuro da empresa. O objetivo é fornecer serviços espaciais escaláveis, resilientes e coordenados.
"Este lançamento é um marco importante para a Open Cosmos e um passo crucial na nossa missão de fornecer conectividade segura e soberana para a Europa e o mundo. A transição do espectro para satélites em órbita demonstra não apenas a maturidade do nosso sistema, mas também a nossa capacidade de transformar ambição estratégica em capacidade operacional com extrema rapidez", destaca o CEO e fundador da Open Cosmos, Rafel Jordà Siquier.
"Estes primeiros satélites lançam as bases para uma rede resiliente, projetada para apoiar governos, instituições e parceiros comerciais com infraestrutura espacial confiável quando mais importa", sustenta.
Os satélites foram posicionados a 1.050 km de órbitra circular da Terra, e marcam a passagem do projeto de fabrico para validação. NEste momento, a Open Cosmos pode iniciar os testes e validar o desempenho do sistema em condições reais.
A Open Cosmos, que vai fabricar os seus próprios satélites e tem acesso a "um espectro estrategicamente valioso" quer posicionar-se como uma nova construtora de constelações, estando focada em fornecer infraestrutura espacial prática.
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