Passageiros já pagaram 56 milhões pelo CO2 da aviação
Em 2022, as companhias cobraram 42,2 milhões de euros de taxa de carbono, o que a somar aos 10,5 milhões apurados em 2021 e aos 3,2 milhões pagos pelos passageiros em janeiro último elevam a quase 56 milhões a receita que o Fundo Ambiental pode usar em ações fora da aviação.
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A taxa de carbono que passou a ser cobrada em 2021 aos passageiros do transporte aéreo rendeu, no ano passado, quase 42,2 milhões de euros. A somar a este valor os cerca de 10,5 milhões transferidos pelas companhias aéreas para a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) em 2021 e outros 3,2 milhões cobrados já em janeiro deste ano, a taxa de dois euros criada como contrapartida pelas emissões poluentes do setor rendeu até agora quase 56 milhões de euros. Uma receita que o regulador da aviação civil transferiu na quase totalidade para o Fundo Ambiental, que a pode utilizar para financiar ações fora da aviação, o que já mereceu críticas das companhias aéreas.