Atraso na obra Porto-Oiã faz deslizar próximos concursos
A Infraestruturas de Portugal não quer sobreposição de trabalho da mesma natureza nos concursos que vai lançar para a alta velocidade.
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A decisão da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), no fim de 2025, de chumbar as alterações propostas no Porto e em Gaia pelo consórcio liderado pela Mota-Engil, que ganhou o contrato para a concessão do troço Campanhã-Oiã da linha de alta velocidade Lisboa-Porto, vai afetar o calendário previsto pela Infraestruturas de Portugal (IP), que nestes processos não quer a sobreposição de trabalho da mesma natureza — como é o caso da entrega de propostas — nos vários concursos que tem previsto lançar.
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