Novas regras antecipam corrida a três ao troço Oiã-Soure
Com a eliminação de 11 quilómetros e de uma ligação à linha do Norte, assim como pelo investimento já feito em projetos, a expectativa é que no novo concurso para a segunda PPP da alta velocidade Lisboa-Porto, além do consórcio da Mota-Engil, também os da Sacyr e da FCC entreguem propostas.
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O Governo aprovou em meados de dezembro a despesa para a concessão do troço Oiã-Soure da futura linha de alta velocidade entre o Porto e Lisboa, mas o concurso para esta segunda parceria público-privada (PPP) aguarda, há cerca de um mês, a publicação da resolução do Conselho de Ministros para ser relançado. Depois de o primeiro procedimento ter recebido apenas uma proposta — do consórcio liderado pela Mota-Engil —, que acabou desclassificada pelo júri por não cumprir o caderno de encargos, o novo procedimento mantém o preço-base de 1,6 mil milhões de euros, mas reduz o volume de obra — num corte de 11 quilómetros na extensão do troço, assim como de uma ligação à linha do Norte —, o que está a criar a expectativa de que sejam três os agrupamentos na corrida a esta obra.
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