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"Este hostel já é famoso no Rio de Janeiro"

Recomendações de amigos e de sites especializados trouxeram a brasileira Rosana e um trio de jovens holandeses até ao Travellers House. O hostel da Rua Augusta já é famoso no Rio. E promete repetir o sucesso em Utrech.

Bruno Simão/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 29 de Agosto de 2013 às 00:01
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"Este hostel tem fama. É famoso no Rio de Janeiro". Foi por indicação de um amigo que Rosana, 35 anos, veio passar uma noite ao Travellers House. A estudante de doutoramento mora há sete anos em Coimbra, mas foi pelos amigos cariocas que chegou ao hostel da Rua Augusta.

Rosana veio apenas por uma noite. Para encontrar um casal de amigos que vieram do Rio para conhecer Lisboa e que saem apressados para irem participar num passeio organizado pelo hostel. "É um passeio especial, que inclui Sintra, a serra e o Cabo da Roca. Custa 25 euros, mas é o mais caro. Os outros passeios podem custar seis ou dez euros".

Para a estudante brasileira, os "tours" são uma das mais-valias do Travellers House e apenas um dos exemplos daquilo que, no seu entender, é a preocupação deste hostel com o entretenimento. "Exploram o ambiente aqui à volta, organizam visitas a bares e outros passeios especiais".

"As actividades e os passeios que podem custar cinco euros" são também destacados pelos holandeses Alexander, 32 anos, Remko e Peter, ambos de 30 anos, como iniciativas que ajudam a fazer do Travellers House o terceiro melhor hostel do mundo. Os eventos são ainda um dos aspectos valorizado pela maioria dos 3.400 viajantes que nele votaram na eleição dos Hoscars 2013, através do site HostelWorld.com,. onde tem sido distinguido desde 2008

A aposta do Travellers nas actividades dentro e fora da "casa" parece fazer parte da sua estratégia para se distinguir da concorrência. "Ajudamos-te a planear o dia e asseguramo-nos de que experimentas o melhor que a cidade tem para oferecer", promete o site do hostel. Happy hours, provas de vinhos, passeios a pé por Alfama com visitas às tabernas e casas de fado típicas ou incursões nos bares do Bairro Alto, são alguns dos eventos regulares organizados pelo Travellers House.

Rosana também valoriza a "qualidade" do pequeno-almoço que faz parte da diária. "O café da manhã está incluído e pode-se escolher entre bacon e ovos ou panquecas e cereais. Só não tem fruta. É um ‘mini-meal’, mas com qualidade", assegura.

Mesmo assim, para a estudante carioca dizer que dormiu num dos melhores hostels do mundo "é um pouco exagerado", defende, com base na experiência que teve em hostels na Tunísia ou na Turquia. Ainda assim, só aponta "um pecado" ao Travellers, que não ofusca a boa impressão com que ficou. "A equipa é muito simpática, mas algumas pessoas não têm um bom domínio da língua portuguesa, o que gerou alguma confusão na troca de emails. Mas tudo se resolveu".

O trio de holandeses, que está de partida para a Costa Vicentina e tem ambições de chegar ao Algarve antes do regresso a Utrech, não tem defeitos a apontar. Além dos eventos, os amigos holandeses destacam ainda a "decoração do espaço", a "simpatia do atendimento" e a "qualidade dos chuveiros". "É o melhor dos hostels em que já estive", garante Peter, ambientalista, que já ficou instalado em alojamentos deste tipo em Amesterdão e Inglaterra.

A experiência no Travellers confirmou as boas recomendações que Alexander, Remko e Peter leram no site da Lonely Planet e que foram responsáveis por os trazer até aqui. Com sorte, o terceiro melhor hostel de Lisboa e do mundo vai ficar tão famoso em Utrech como no Rio de Janeiro.

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