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Obama quer tratar da saúde a Wall Street

Depois da primeira batalha ganha, os cuidados de saúde impostos pelo Presidente norte-americano têm agora um outro alvo: o sector da banca e os executivos de topo no geral.

28 de Abril de 2010 às 19:36

Depois da primeira batalha ganha, os cuidados de saúde impostos pelo Presidente norte-americano têm agora um outro alvo: o sector da banca e os executivos de topo no geral.

Colocar um ponto final nos resgates que saem do bolso dos contribuintes em alturas de crise, retirar do quarto escuro transacções financeiras perversas, proteger as finanças dos consumidores e conferir maior poder aos accionistas no sistema financeiro são os novos remédios prescritos pela proposta de lei para a banca. E que está já a dar uma enorme dor de cabeça aos banqueiros

Dizem que não foi inocente. A data que Barack Obama escolheu, 22 de Abril, para defender a sua proposta de reforma da regulação do sistema financeiro, coincidiu, mais dia, menos dia, com o anúncio de que o Goldman Sachs começou a ser investigado pela SEC – Securities and Exchange Comission. Mas e exactamente na mesma altura, o maior banco de investimentos de Wall Street anunciava também a subida do valor dos prémios aos seus gestores, tendo duplicado os lucros, no primeiro trimestre, para 2,4 milhões de euros. Várias vezes acusado de ser contra “os executivos”, foram vários os representantes desta classe que se encontravam na audiência na Cooper Union, para ouvir o presidente falar das novas regras que promete para colocar a banca nos eixos: nomeadamente o próprio presidente e CEO do Goldman, Lloyd Blankfein, Robert Diamond, o responsável pelo Barclays Plc e ainda o antigo presidente da Reserva Federal, Paul Volcker, agora conselheiro de Obama e o pai da famosa “regra de Volcker”. Segundo relata o The New York Times, presentes estavam igualmente executivos de topo do JPMorgan Chase, do Morgan Stanley e do Bank of America, a par do mayor de Nova Iorque, Michael Bloomberg, que tem vindo a expressar a sua preocupação sobre o novo plano de regulação e o seu impacto na cidade que “dirige”.

Contudo e de acordo com o porta-voz da Casa Branca, o discurso do presidente sobre as novas regras para a banca foi “dedicado” à nação, na medida em que a sua importância serve os interesses do povo que o elegeu. Contudo, não é necessário analisar a oratória de Obama com muita atenção para se descobrir os recados directamente dirigidos aos que, de forma irresponsável, quase levaram a economia do país – e a dos seus parceiros globais – a uma segunda Grande Depressão.

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Contudo e de acordo com o porta-voz da Casa Branca, o discurso do presidente sobre as novas regras para a banca foi “dedicado” à nação, na medida em que a sua importância serve os interesses do povo que o elegeu. Contudo, não é necessário analisar a oratória de Obama com muita atenção para se descobrir os recados directamente dirigidos aos que, de forma irresponsável, quase levaram a economia do país – e a dos seus parceiros globais – a uma segunda Grande Depressão.

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