PT e Sonae contrariam ganhos da Brisa e pressionam PSI-20

A bolsa nacional iniciou a sessão de hoje a desvalorizar, pressionada pelas descidas dos títulos da Sonae SGPS e da Portugal Telecom. O PSI-20 abriu a perder 0,05%, numa sessão em que a Brisa impedia maiores perdas e em que a Portucel subia mais de 1%, no
Paulo Moutinho 13 de Novembro de 2006 às 08:21

A bolsa nacional iniciou a sessão de hoje a desvalorizar, pressionada pelas descidas dos títulos da Sonae SGPS e da Portugal Telecom. O PSI-20 abriu a perder 0,05%, numa sessão em que a Brisa impedia maiores perdas e em que a Portucel subia mais de 1%, no dia em que será formalizada a saída do Estado da papeleira.

O principal índice da bolsa nacional [psi20] descia para 10.596,7 pontos, depois do máximo de 2001 fixado na sessão de sexta-feira, com quatro cotadas a descer, cinco a valorizar e onze títulos inalterados.

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A contribuir para esta abertura negativa do índice estavam essencialmente as acções da PT [ptc] da Sonae SGPS. A operadora abriu a recuar 0,1% para 9,75 euros, bem como a sua participada, a PT Multimédia [ptm] que descia 0,63% para 9,51 euros, já a Sonae SGPS [son] abriu a ceder 0,67% para cotar nos 1,48 euros.

Além destes dois títulos, de sublinhar também pela negativa a Jerónimo Martins [jmar] que recuava 1,83% para 16,10 euros, a aliviar dos fortes ganhos registados na semana passada.

A impedir maior queda do índice neste início de sessão estava a Brisa [brisa] que avançava 0,23% para 8,55 euros, isto depois da concessionária ter anunciado na passada sexta-feira que vai distribuir um dividendo de 27 cêntimos referente ao exercício deste ano.

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Fora do PSI-20, destaque para a Portucel [ptcl] que somava 1,35 euros para 2,26 euros, acima dos 2,15 euros fixados na oferta pública de venda (OPV) da papeleira. No final do dia de hoje, irá haver uma sessão especial de bolsa que marcará a saída do Estado do capital da empresa, ao fim de 31 anos.

Também a subir estava o BPI [bpin] que ganhava 0,17% para 5,93 euros. Recorde-se que no final da semana passada o La Caixa aumentou a sua posição no capital do banco liderado por Fernando Ulrich para mais de 22% do capital.

O BCP [bcp], que lançou a OPA sobre o BPI, seguia estável nos 2,60 euros, bem como o BES [besnn] que cotava nos 12,44 euros.

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A Energias de Portugal [edp] seguia inalterada nos 3,60 euros, isto no dia em que o ING subiu o preço-alvo das acções da eléctrica liderada por António Mexia de 2,60 para 3,30 euros.

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