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IMF – Inflação na Zona Euro acelerou para 2,5%

Inflação na Zona Euro acelerou para 2,5%; PMI Manufatureiro do Reino Unido recuou em março; Crude acima dos $110/barril; Ouro ronda os $4600/onça

11:00

| Inflação na Zona Euro acelerou para 2,5%

A inflação na zona euro subiu para 2,5% em março, acima da meta de 2% do BCE, face aos 1,9% registados em fevereiro, pressionada pelos custos da energia, que aumentaram 4,9%. Já a inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, desacelerou ligeiramente de 2,4% para 2,3%, refletindo algum alívio nos setores menos voláteis. A inflação dos serviços, o item mais pesado no cabaz de consumo, diminuiu para 3,2% em março de 3,4% no mês anterior. O BCE poderá subir das taxas de juro, com os mercados a preverem três subidas este ano, começando em abril ou em junho, para evitar que os custos da energia se reflitam noutros bens ou nos salários.

O Eur/Usd iniciou a última semana, que foi mais uma vez volátil, com perdas, tendo-se aproximado do seu suporte robusto no nível dos $1,14 e renovado mínimos de 10 dias a $1,1442. Posteriormente, o par conseguiu recuperar, tendo apresentado duas sessões positivas, à medida que o mercado estava otimista quanto à rápida resolução do conflito no Médio Oriente, tendo chegado a negociar a $1,1640. Contudo, na madrugada de quinta para sexta-feira, Donald Trump disse que os EUA atacarão o Irão “de forma extremamente dura nas próximas duas a três semanas”, mas que os objetivos militares estão perto de serem atingidos, o que fez com que o Eur/Usd voltasse a negociar perto de $1,15. O indicador MACD mantém o seu sinal de compra aberto para o par.

Taxa de câmbio Euro/Dólar com MACD e inflação na Zona Euro a 2,5%

| PMI Manufatureiro do Reino Unido recuou em março

O índice PMI da indústria transformadora do Reino Unido recuou para 51,0 em março, refletindo o impacto crescente do conflito no Médio Oriente na atividade industrial. Por sua vez, o indicador de produção entrou em contração pela primeira vez desde setembro, enquanto os custos de produção registaram a subida mais acentuada desde 2022, impulsionados pelo aumento dos preços da energia e dos transportes. Os atrasos nas entregas atingiram níveis elevados, com navios a evitarem o Estreito de Ormuz devido às tensões no Médio Oriente. Perante este cenário, muitas empresas começaram a repercutir os custos nos preços finais e a reduzir a produção. A situação agrava os desafios para a BoE, que enfrenta um dilema entre conter a inflação ou apoiar uma economia já fragilizada.

O Eur/Gbp iniciou a semana em alta, tendo conseguiu voltar a negociar acima da sua média móvel a 200 dias que ronda os £0,8696. O par chegou ainda a renovar máximos de quase 1 mês pelos £0,8742, mas não conseguiu ultrapassar a resistência dos £0,8750. É possível que, ao longo doas próximas sessões, o Eur/Gbp volte a testar esta resistência.

Euro/Libra esterlina: Taxa de câmbio FX e MACD exibem dados de mercado

| Crude acima dos $110/barril

Em mais uma semana marcada pela guerra no Irão, o preço do petróleo iniciou em baixa, depois das declarações de Donald Trump que pretendia terminar a intervenção no Irão em breve. Contudo, na quinta-feira após declarações do presidente dos EUA em que prometeu mais ataques ao Irão ao longo das próximas semanas, o mercado voltou a reagir em alta, com o preço do petróleo (Crude) a chegar a negociar acima dos $110/barril.

O preço do petróleo iniciou a semana com perdas, quebrando em baixa o nível dos $100/barril. Contudo, o preço da matéria-prima regressou rapidamente aos ganhos, ao valorizar mais de 10% na quinta-feira e atingir os $111/barril, máximos de mais de 3 semanas.

Crude acima dos $110/barril e inflação na Zona Euro nos 2,5%

| Ouro em torno dos $4600/onça

O preço do ouro começou a semana com uma valorização, suportado por um dólar em correção e com as expectativas de que a guerra no Irão encerrasse rapidamente, contudo, após as declarações já mencionadas de Donald Trump, o preço do metal precioso corrigiu, e eliminou grande parte dos ganhos acumulados na semana.

Durante as primeiras sessões da semana o ouro valorizou, tendo conseguido estabelecer-se novamente acima do nível dos $4500/onça. O metal precioso chegou mesmo a atingir máximos de mais de 1 semana, perto dos $4800/onça. Contudo, este sentimento positivo foi interrompido na quinta-feira, com o preço do metal preciso a recuar e a rondar os $4600/onça.

Ouro ronda os $4600/onça num mercado volátil

As análises técnicas aqui publicadas não pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma dúvida acerca da Análise Técnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.

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