Benfica preferia adeptos, mas fundos dos EUA preparam-se para controlar um quinto da SAD
O maior acionista individual volta a tentar vender a sua participação no clube encarnado a um investidor internacional. O negócio deverá avaliar o Benfica acima dos 250 milhões de euros, o que representa um prémio na ordem de 70% face ao valor em bolsa.
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“Preferimos a estabilidade do investidor benfiquista, que nos conhece e está connosco há muito tempo, do que a dos grandes investidores norte-americanos.” No mesmo dia em que Nuno Catarino, vice-presidente da Benfica SAD, garantia que o objetivo era manter o financiamento próximo do adeptos encarnados — em oposição aos concorrentes Sporting e Porto que têm ido aos Estados Unidos emitir dívida —, o maior acionista individual anunciava um acordo para sair da estrutura acionista, dando espaço a um reforço da presença norte-americana para mais de um quinto do total.