Receios de queda nas vendas de smartphones pressionam Wall Street
O Dow Jones encerrou a perder 0,82% para 24.462,53 pontos e o Standard & Poor’s 500 cedeu 0,85% para se fixar nos 2.670,13 pontos.
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Por seu turno, o Nasdaq Composite recuou 1,27%, terminando a valer 7.146,13 pontos.
As bolsas do outro lado do Atlântico abriram sem direcção marcada, com os resultados robustos de algumas cotadas – como a General Electric e a Honeywell – a animarem a negociação mas a queda das petrolíferas a ofuscar esse optimismo.
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No entanto, com o decorrer da sessão, o sector da energia acabou por recuperar, depois de o petróleo inverter a tendência e regressar aos ganhos. O presidente norte-americano criticou a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) por querer estender os cortes de produção e elevar os preços do crude e levou a uma queda da matéria-prima nos principais mercados internacionais, mas as palavras de Donald Trump acabaram por se esfumar perante as boas perspectivas para o "ouro negro".
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Pareciam, pois, estar reunidas as condições para Wall Street encerrar no verde, mas o sector tecnológico continuou a pesar e foi, uma vez mais, responsável pela performance negativa das praças norte-americanas no saldo do dia.
As tecnológicas continuaram a ser penalizadas pela advertência da Taiwan Semiconductor, a maior fabricante mundial de microprocessadores e também fornecedora da Apple, que alertou para a fraca procura de smartphones e para a debilidade esperada no crescimento do sector este ano.
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Estas perspectivas mais sombrias levaram ontem a uma forte queda das cotadas do segmento dos microchips e fizeram com que a Apple fosse dos títulos que mais pressionaram nos EUA, tendência que se manteve na sessão desta sexta-feira com a empresa liderada por Tim Cook a recuar 3,99%.
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